quarta-feira, 28 de setembro de 2011

greve de 2011 - 1 mês de paralisação

Idalba, Marilúcia e eu - marcando ponto na passeata de sábado - pça da prefeitura - manhã

textos criados durante a greve

"Senhores, vereadores, se o piso nacional é lei, por que temos que abrir mão, em virtude da má administração da verba do Fundeb que é destinada à Educação?"

"Vereadores, vocês precisaram de oficio para serem eleitos? Nós não precisamos para reivindicarmos nossos direitos!"

APELO DOS PROFESSORES E ESTUDANTES

PREFEITO, mostre a cara!
Vice-prefeito, fale conosco!
Autoridades, nos defendam!
Comunidade, nos apoie!
Famílias, nos compreendam
Colegas, fortaleçamos!
Deus, dá - nos a vitória!!


VEREADORES, VISTAM NOSSA CAMISA!
Garotinho, faça alguma coisa
Marta Helena, se ligue nos assuntos da educação.
Netinho, não se cale!
Lula, não nos ignore!
Genivaldo, se envergonhe desta situação
Teté, conheça os direitos
Henrique, denuncie!
Gilberto, você não é mais sindicalista? Se manifeste a nosso favor!
Gonzaga, continue firme, obrigado, pelo aopio
Ednaldo, estenda sua mão. Lute por nós.
Diva, o que tens feito pela educação?
Doutor Abmael, há algo que o senhor possa fazer? Fale conosco!
 O SINDICATO E A CATEGORIA E OS ESTUDANTES AGRADECEM

o fura-greve

O FURA GREVE
Sempre  que uma greve é deflagrada, há os que resolvem furar a greve. Aqui vai uma singela homenagem a esses “bravos” puxa-sacos, traidores da categoria a que pertencem, ignóbeis, muito úteis aos interesses dos patrões.
O tímido: é aquele que passa caladinho pelo piquete, de cabeça baixa, pois tem vergonha de sua própria covardia ou incompetência.
O angustiado: é aquele que consegue deixar de furar a greve, mas também não consegue trabalhar, por ficar o tempo todo pensando na besteira que está fazendo.
O neurótico: é aquele que perde completamente o controle emocional quando é barrado num piquete e parte pra briga com os grevistas.
O dissimulado: é aquele que antes de furar um piquete, pára, conversa com os grevistas e ri sozinho das próprias piadas que conta.
O chorão: é aquele que abre o berreiro e pede “por favor” aos grevistas para que o deixe entrar para trabalhar.
O revoltado: é aquele que finge estar descontente com o patrão, reclama com os colegas, mas quando começa a greve é o primeiro a sabotá-la.
O enrustido: é aquele que chega mais cedo só para não ter que passar pelo piquete e, lá fica se escondendo atrás dos móveis para não ser visto pelos grevistas.
O puxa-saco: é aquele que adora furar a greve só porque vai ter mais tempo e privacidade para bajular o patrão e falar mal dos colegas.
O carreirista: é aquele  que fura a greve só porque tem uma função de confiança ou porque o patrão lhe prometeu uma promoção.
O incompetente: é aquele que fura a greve porque tem medo de ser demitido.
O chantagista: é aquele que tem coragem até de inventar que a mãe morreu para comover os grevistas para deixá-lo entrar para o trabalho.
O parasita: é aquele que fura a greve, mas adora quando seu salário vem com o aumento conquistado pelos grevistas.
O vagabundo: é aquele que fura a greve, mas adora que os colegas a façam para ter desculpa para não trabalhar.
O dedo-duro: é aquele que fura a greve e fica observando a movimentação dos grevistas para informar ao chefe. Feliz para dar o contrario do que se espera os colegas.

Há características que são comuns a qualquer tipo de fura-greve. Eles são mesquinhos, egoístas, individualistas, hipócritas, covardes , oportunistas e traiçoeiros.

Lembre-se: acima do direito individual do fura greve, está o direito coletivo dos trabalhadores em greve.

sábado, 9 de abril de 2011

2011: Educação/ violência

O ano de 2011 deveria ser um novo ano de paz. Mas a violência tem acometido principalmente as escolas, alunos e professores. Onde vamos parar com tanta tragédia? O que estão fazendo com o espaço escolar, que deveria ser o lugar das crianças, jovens e adolescentes serem felizes? E nós, enquanto educadores, o que poderemos fazer? Estamos diante da inércia, da impotência. Nosso país precisa melhorar as leis e aplicá-las adequadamente; a sociedade precisa cobrar uma proteção maior dos governantes, pois são os filhos dos outros que estão morrendo, são os jovens do futuro que estão indo embora cedo demais. Enquanto educadora, faço momentos de silêncio diante das mortes dos jovens desta semana, não há palavras para expressar esse sentimento.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Faixa para o senhor secretario de administração em Teixeira de Freitas-BA

Paralisação dos professores em 27.10.2010
Em frente à Prefeitura
Momento de encontro na praça.
Jilnete, Patricia e Abelice

Paralisação/greve em Teixeira de Freitas

Jilnete – Patricia e Abelice – pça. Dos leões – Paralisação dos professores APLB


Visite o meu blog: Queremos salários justos. E daí? Posicione-se!!! (jilnetesantos@blogspot.com)

Perceber a coragem dos líderes do Sindicato: Brasilia, Magali e outros, nos coloca em confronto com nosso posicionamento político. Queremos salários justos e precisamos correr atrás, sim! Precisamos dar a cara a tapa, como dizem algumas pessoas pelos outros que nunca vão às ruas reivindicar seus direitos. Como dizem também outras pessoas, somos “figurinhas carimbadas” já nestes encontros. Mas não importamos, não. Importamos sim com o que estamos fazendo no momento presente; mesmo não sendo a maioria, somos umas das pessoas que estiveram presentes no movimento. O Sr. Secretário de administração precisa respeitar a lei que nos ampara de piso salarial. Aquela faixa foi um grito de independência:

Queremos nossos 7.36% de aumento! Que nos desculpe o prefeito,mas aceitar 5% é uma proposta muito indecente!

Agradecemos aos colegas de luta, e principalmente, o SINDICATO: o importante é mostrar o que está sendo feito. Apoiamos a paralisação, sim!!!